SEFAZ amplia validações do MDF-e e rejeições ficam mais comuns em julho
Novos schemas entram em vigor e pegam emissores desatualizados; veja os erros mais frequentes.
O que mudou
As validações passaram a checar campos que antes eram aceitos com preenchimento genérico. O documento continua o mesmo — o que aumentou foi o rigor na conferência.
Emissores que não atualizaram a versão do schema começam a receber rejeição em operações que passavam normalmente há semanas.
As rejeições mais comuns
- Divergência entre o CT-e e o MDF-e: informação de carga que não bate
- Município de carregamento inválido: código IBGE desatualizado
- Encerramento fora do prazo: MDF-e aberto após a conclusão da viagem
- Condutor sem CPF válido: cadastro incompleto no momento da emissão
Encerramento: o mais perigoso
O MDF-e aberto depois da entrega concluída fica como operação em andamento. Isso gera pendência que aparece depois — em fiscalização ou em cruzamento de dados.
A rejeição no ato é chata, mas é a boa notícia. O problema é o documento que passou e vai voltar em malha meses depois.
Como reduzir a rejeição
- Confirmar com o fornecedor qual versão do schema está em uso
- Revisar o cadastro de motoristas antes do próximo carregamento
- Colocar o encerramento na rotina de fim de viagem, não no fechamento do mês
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